THE BLUE PRINCE (PRINCIPE AZUL)

Durante nossa jornada em Blue Prince, encontraremos uma grande quantidade de livros. Muitos deles contêm pistas importantes — em alguns casos, para compreendê-las, é preciso entender inglês e seus trocadilhos. Ainda assim, isso não nos impede de apreciar as histórias por trás desses livros. Por isso, resolvi traduzir todos eles, para que todos possam aproveitar dessa experiência.

Atenção: não continue a leitura se não quiser spoilers!

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TEXTO TRADUZIDO

O Príncipe Azul
por Mary Matthew Jones

Para meu filho Simon 
Em cujos olhos vejo o 
mundo com novos olhos

Havia um Príncipe Azul,
Que se sentava num Trono Azul,
Tinha uma coroa azul feita de safiras,
E um castelo azul feito de pedra.

O príncipe tinha um amor,
Por tudo que era Azul,
“É a única cor verdadeira,
Na minha humilde opinião.”

Ele não suportava o tom,
De um corredor ou de uma loja.
Ele não suportava a sombra,
Que as árvores e os cômodos verdes traziam.

Raramente falava com outros,
Pois quase ninguém compartilhava sua visão.
Nunca ia à cidade,
Nem via as bandeiras que lá tremulavam.

E você sabe qual jogo,
O príncipe preferia jogar?
Aquele que o fazia feliz,
Sempre que o céu ficava cinzento?

Um jogo que ele jogava,
Na casa e nos jardins,

E talvez você adivinhe,
Pelas pistas que descobrimos,

Era um jogo cheio de cômodos
E das histórias que escalona
sobre uma casa cheia de mentiras
e a verdade que um príncipe descobria


E como você, leitor,
Talvez já tenha presumido,
esse jogo está bem perto de você,
Na verdade, na mesma sala.

Um jogo sobre você,
E os planos que você fez,
Sobre um príncipe azul e seus projetos,
O jogo azul que acabamos de jogar.

FIM

TEXTO ORIGINAL

The Blue Prince
by Mary Matthew Jones

To my son Simon
in whose eyes i see the
world anew

There was a Blue Prince,
Who sat on a Blue Throne,
He had a blue crown made of sapphires,
And a blue castle made of stone.

The prince had a love,
For all things Blue,
“It’s the only true color,
In my humble view.”

He couldn’t stand the tint,
Of a hallway or a shop.
He couldn’t stand the shade,
Of trees the green rooms brought.

He seldom talked to others,
for they rarely shared this view.
He never went to town,
Nor saw the flags they flew,

And do you know which game,
The prince instead would play?
The one that made him happy,
Whenever skies were gray?

A game he had played,
In the house and on the grounds,

And maybe you can guess,
From the clues that we have found,

it was a game full of rooms 
and the stories that we climb
about a house full of lies
and the truth one prince finds

And as you my reader
might already assume,
this game is quite near you
In fact in the same room.

A game about you,
And the plans that you made,
About a blue prince and his blueprints,
The blue game we just played.

THE END



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